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sábado, 24 de abril de 2010

Moradores de rua.


Como havia comentado no meu Post anterior... Vi dois casos em SP que me chamaram a atenção: Cracôlandia e os moradores de rua. Falei sobre um e agora irei falar sobre outro.

Como citei antes, não é nada fácil de lidar com esses assuntos, muito menos arrumar, quer dizer, tentar arrumar alguma forma de acabar com tudo isso! Mas no caso dos moradores de rua (posso estar enganada) acredito que é menos complicado do que o caso da Cracôlandia.
Os números de moradores de rua na Capital-SP é enorme. Numa pesquisa em 2009 chegava a 14 mil! E você, surpreso? É... também fiquei, pois esses números não deveriam significar a quantidade de pessoas que vivem por aí jogadas á mercê do frio, bandidos, drogas e deslecho do Estado, do País... DE TODOS!

"Estão nas ruas porque querem, caso contrário poderiam estar trabalhando e no mínimo morando num quarto e cozinha", é assim que você pensa?
Muitas vezes, esses moradores de rua foram parar ali por falta de uma mão amiga, de uma palavra de conforto ou de um amor de um ente querido. Muitas vezes são colocados pra fora por conta de seus vícios ou brigas familiares. Ou eles mesmo escolhem sair por não aguentarem tamanha pressão! E como voltar? Sendo que muitas vezes se encontram desempregados? Não é fácil...
Lógico que estou dando exemplos de alguns casos, pois existem vários outros motivos... Problemas com a justiça, desemprego, problemas mentais e vários outros.
Usando as palavras de um amigo: "Somos pequenos diante disso tudo"! Acho que não temos consciência do que poderíamos fazer por eles. O que para gente é pouco, para eles se torna grandioso!

Vejo que na Capital existem muitos albergues, grupos de ajuda, abrigos, etc... Fico muito feliz com isso. Não que vá acabar com o sofrimento deles, mas pelo menos ajuda muito.
Também vejo que muitos desses albergues são fechados. Muitas vezes tiram essas pessoas de uma rua, por reclamações de moradores, mas jogam em outros lugares.... Ou melhor, eles mesmo fogem para outros lugares, afinal, para onde eles vão?
li por aí que as equipes de limpeza urbana da prefeitura de São Paulo jogam água nos cobertores dos moradores de rua, para que assim eles se afastem...
Não teriam outra forma de resolver este problema? Ou melhor, essas condições de moradia? Porque o problema propriamente dito, são as condições em que todos fazemos questão de viver: NO MUNDO DAS FANTASIAS!
Ah, vale lembrar aqui o caso do Geovan de Souza, ex morador de rua.
Ele passou no vestibular do curso de matemática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e foi impedido de fazer a matrícula, pois não apresentou a conclusão do curso fundamental, mas apresentou a conclusão do ensino médio (isso significa o que minha gente? Affs, sem comentários!).
Bom, como é de se imaginar, precisou da interferência de um governador e de um reitor para que tudo fosse resolvido.

Sabemos que muitos nem querem ser ajudados, mas outros estão ali só esperando uma mão para levanta-los do chão! Como li num site, nada melhor do que acreditar em Jesus.
"Tudo que você for fazer, pede pra Jesus. Não pede pra ninguém não. Vai prum canto e pede a Jesus" ! Frase da Marilin, ex moradora de rua.

Pare, e pergunte a um morador de rua o que é pior para ele, e não se espante se a resposta for: "A chuva, frio e a fome!"

Mais uma vez, pedindo ao nosso pai que olhe por todos!

Beijos, :(




2 comentários:

André Carioca disse...

Fabiana, existe uma outra questão relacionada à isso.

Muitos desses moradores não querem sair da rua.

Sério! Alguns, se você levar para algum abrigo, ao verem que precisam ter disciplina, cumprir regras, trabalhar, não querem ficar.

Assim sendo, não é tão simples resolver a questão.

Isso é muito visível em são Paulo e também no rio, onde nasci e fui criado.

Rafael disse...

"Mais uma vez, pedindo ao nosso pai que olhe por todos!"

Não é "pedindo ao 'pai'" que uma situação, seja qual for, vá melhorar. Só fazendo por onde.